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ARTIGOS TÉCNICOS
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VII SESMA / 2007 |
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Tema I - abastecimento de Água |
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I-01-
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA COR, TURBIDEZ E
CSS NA DOSAGEM DE SULFATO DE ALUMÍNIO NO
TRATAMENTO DE ÁGUA COM PROPOSIÇÃO DE
MODELO DE ESTIMATIVA |
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Warlene
Ferreira de Araújo
Tecnóloga em Saneamento Ambiental pelo
Centro Federal de Educação Tecnológica
do Espírito Santo (CEFET-ES).
E-mail: warleneara@yahoo.com.br
Paulo Cezar Caliari
Químico pela Universidade Federal do
Espírito Santo. M.Sc. em Engenharia
Ambiental pelo Centro Tecnológico da
Universidade Federal do Espírito Santo (CT-UFES).
Professor do Centro Federal de Educação
Tecnológica do Espírito Santo (CEFET-ES).
E-mail: paulocaliari@hotmail.com
Endereço: Av. Vitória, no 1729,
Jucutuquara - Vitória - ES. CEP:
29.090-740 |
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RESUMO
Neste trabalho avaliou-se a influência
de algumas características físicas da
água bruta, tais como cor, turbidez e
concentração de sólidos em suspensão,
para determinar a dosagem ideal de
sulfato de alumínio necessária no
tratamento da água. Sabe-se que o
emprego da dosagem ideal de coagulante
pode diminuir consideravelmente o
desperdício do produto químico
resultando em economia para a empresa.
Dessa forma utilizou-se, dados de cor,
turbidez e concentração de sólidos em
suspensão da água do Rio Santa Maria da
Vitória, obtidos através dos ensaios de
laboratórios e a respectiva dosagem de
sulfato de alumínio obtida com testes de
jarros. Por meio de regressões lineares
foram gerados modelos que determinam a
dosagem ideal do coagulante a partir das
características acima citadas.
Adicionalmente, verificou-se qual desses
parâmetros possui maior influência na
variação da dosagem e alem disso,
comparou-se os coeficientes de
determinação (R2) das equações e
avaliou-se a capacidade preditiva de
cada modelo com a análise dos erros
gerados pela predição dos modelos. O
resultado dessa pesquisa será bastante
conveniente do ponto de vista
operacional, tendo em vista que a cor,
turbidez e concentração de sólidos em
suspensão são parâmetros de fácil
determinação. E a utilização de um
modelo de fácil determinação da dosagem
otimizará o trabalho dos operadores da
estação de tratamento de água. |
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I-02-
POTABILIZAÇÃO DE ÁGUA ATRAVÉS DE FILTRAÇÃO
LENTA E DESINFECÇÃO UV PARA ABASTECIMENTO DE
COMUNIDADES INDÍGENAS SEM ELETRIFICAÇÃO
CONVENCIONAL |
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Fernanda
Pereira Bastos
Farmacêutica e Bioquímica pela Faculdade
Brasileira - UNIVIX (2004), Especialista em
Farmacologia: atualizações e novas
perspectivas UFLA (2005). Aluna de Mestrado
do Programa de Pós Graduação em Engenharia
Ambiental da UFES.
Lucas Caversan Gazolli
Graduando em Farmácia e Bioquímica pela
Universidade Federal do Espírito Santo.
Melina Zanon Brêda
Graduanda em Engenharia Ambiental pela
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Bolsista de Iniciação Científica/PIBIC pela
UFES.
Ricardo Franci Gonçalves
Engenheiro Civil e Sanitarista - UERJ
(1984), pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA Ciências do
Meio Ambiente - Universidade Paris XII,
ENGREF, ENPC, Paris (1990), Doutor em
Engenharia do Tratamento e Depuração de
Águas - INSA de Toulouse, França (1993),
Prof. Adjunto do DEA e do Programa de Pós
Graduação em Engenharia Ambiental – UFES.
(4) Endereço: Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA – Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165.
e-mail: franci@npd.ufes.br |
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RESUMO
Este trabalho tem como objetivo desenvolver
um sistema de potabilização de água de chuva
para regiões desprovidas de eletricidade
visando principalmente o abastecimento de
comunidades indígenas, visto que para as
pequenas comunidades, onde não há um
controle efetivo na captação e
abastecimento, é muito importante à garantia
de uma água com qualidade, dessa forma o
desenvolvimento e a aplicação de sistemas de
potabilização da água para o abastecimento
nessas comunidades se torna necessário para
se evitar a prevalência das doenças de
veiculação hídrica e garantir uma melhor
qualidade de vida para a população. A
estratégia adotada foi selecionar processos
específicos de potabilização caracterizados
pela simplicidade construtiva e pela
reduzida demanda de operação e manutenção. A
adequação da demanda de energia à produção é
um dos objetivos do estudo, buscando
otimizar a configuração do sistema de
suprimento energético. Esta pesquisa foi
desenvolvida no Núcleo Água da Universidade
Federal do Espírito Santo (UFES) onde foi
construída uma estação de tratamento de água
em escala piloto, composta por filtração
lenta vertical e posterior desinfecção
ultravioleta. Os filtros foram projetados
para uma vazão de 0,28, 0,42 e 0,56m3/d e
taxa de filtração de 4, 6 e 8 m3/m2.d. Foi
realizado um monitoramento após a construção
do sistema de tratamento para avaliação da
água da chuva antes e após o tratamento com
filtração lenta e desinfecção UV. Os
resultados demonstram que, como esperado
ocorre uma diminuição da turbidez e da cor
da água após a filtração lenta, além da
diminuição do número de coliformes com a
desinfecção ultravioleta, atendendo os
padrões estabelecidos pela portaria nº 518,
do Ministério da Saúde. |
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| I–03- O
PROCESSO DE FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO NO
TRATAMENTO DE ÁGUA COM ELEVADA CONCENTRAÇÃO
DE ALGAS NA BARRAGEM DE DUAS BOCAS –
CARIACICA, GRANDE VITÓRIA – ES |
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Silvio José
Monteiro Lobato(1)
Engº Civil e Engº de Saúde Pública
Consultor da empresa SL Engenharia Ltda
Eduardo José Alvarenga Taveira
Engº Químico – Engº Saúde Pública - Mestre
em Engenharia Ambiental
Gerente de Produção de Água da CESAN – Cia
Espírito Santense de Saneamento
Roberto Antônio Bianchi
Engº Civil e Engº de Saúde Pública
Chefe da Divisão de Operação da Produção da
CESAN – Cia Espírito Santense de Saneamento
Patrick Bertolo Lucas da Silva
Engº Químico
Analista de Sistemas de Saneamento – Suporte
a Produção de Água
Aloisio Ceresino
Técnico em Química e Bacharel em Ciências
Contábeis
Técnico em Sistemas de Saneamento.
Supervisor de Operação da Produção de Água
na Grande Vitória da CESAN
Endereço(1):
Rua Francisco Segóvia, nº 58, Bairro
Fradinhos, Vitória – ES - CEP.: 29.042-430 –
Tel. 27-3233-6683 – e-mail: smlvix@uol.com.br. |
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RESUMO
A represa de Duas Bocas, local onde é
captada a água que abastece a ETA Duas
Bocas, apresenta concentrações elevadas de
nutrientes e alta densidade de
cianobactérias. Tal ETA operou com o sistema
de filtração direta descendente até março de
2005 quando foi implantado o sistema de
flotação. Esta alteração aconteceu em
virtude do processo anterior apresentar
limitações na remoção de algas existentes na
água bruta da represa. Diante das
modificações no processo da Estação, devido
à implantação do sistema de flotação, foi
realizado um estudo para avaliar os
resultados, quanto ao aspecto econômico e
eficiência no tratamento de água. Foram
avaliados os parâmetros consumo de produtos
químicos, consumo de energia elétrica e
qualidade da água nos períodos: março de
2004 a fevereiro de 2005, que corresponde ao
sistema de filtração direta, e março de 2005
a fevereiro de 2006, ao sistema de flotação.
Os resultados mostraram que houve melhora
significativa nos parâmetros físico-químicos
e microbiológicos avaliados, menor consumo
de água no processo de tratamento e
relevante economia frente ao processo
anteriormente utilizado. |
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I-04
- IMPLANTAÇÃO DA FLOTOFILTAÇÃO NA ETA COM
FILTRAÇÃO DIRETA MÁRIO LUIZ PETROCCHI –
SERRA – GRANDE VITÓRIA - ES |
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Silvio José
Monteiro Lobato(1)
Engº Civil e Engº de Saúde Pública
Consultor da empresa SL Engenharia Ltda
Eduardo José Alvarenga Taveira
Engº Químico – Engº Saúde Pública - Mestre
em Engenharia Ambiental
Gerente de Produção de Água da CESAN – Cia
Espírito Santense de Saneamento
Roberto Antônio Bianchi
Engº Civil e Engº de Saúde Pública
Chefe da Divisão de Operação da Produção da
CESAN – Cia Espírito Santense de Saneamento
Patrick Bertolo Lucas da Silva
Engº Químico
Analista de Sistemas de Saneamento – Suporte
a Produção de Água
José Cláudio Rosa Laranja
Técnico em Química.
Técnico em Sistemas de Saneamento.
Supervisor de Operação da Produção de Água
na Grande Vitória da CESAN
Endereço(1):
Rua Francisco Segóvia , nº 58, Bairro
Fradinhos, Vitória – ES, CEP: 29.042-430 –
Tel. 27-3233-6683 – e-mail: smlvix@uol.com.br. |
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RESUMO
A Estação de Tratamento de Água Mário Luiz
Petrocchi situa-se no Município de Serra ES,
possui captação de água bruta do rio Santa
Maria da Vitória. O projeto contemplava uma
estação de tratamento convencional. Porém
pesquisas laboratoriais realizados em
unidade piloto concluiram que para a
qualidade da água bruta do manancial,
poderia se utilizada projeto da ETA com
unidades simplificadas, com filtração direta
descendente. Reduzindo sensivelmente os
custos com a implanda. Contudo, ao longo dos
últimos 20 anos observou-se uma perda da
qualidade da água do manancial com episódios
mais longos e freqüentes de índices de cor e
turbidez elevados nos períodos de chuvas
mais intensas, dificultando drasticamente a
operação da ETA com unidades simplificadas,
o que ocasionou paralisações do sistema em
certos momentos. Em função dos ótimos
resultados encontrados nos testes com o
sistema de flotação por ar dissolvido a um
filtro da ETA, foi realizada reforma na
estação que passou a operar em fevereiro de
2006 com o processo de flotofiltração. Com o
objetivo de avaliar a implantação do sistema
de flotofiltração na ETA Mário Luiz
Petrocchi, foram avaliados os parâmetros
consumo de produtos químicos, consumo de
energia elétrica, consumo de água de
processo e qualidade da água visando
confrontar o período utilizando sistema de
filtração direta descendente (FDD) com o
período correspondente ao sistema de
flotofiltração. Além disso, também foi
verificado o histórico de paralisações das
ETAs Mário Luiz Petrocchi e Santa Maria
devido a piora da qualidade da água bruta.
Tipo de tratamento da ETA Santa Maria,
filtração direta e manancial, Rio Santa
Maria da Vitória. Os resultados mostram que
a decisão de implantar o sistema de
flotofiltração para solucionar os problemas
decorrentes da operação da filtração direta
foi válida, trazendo benefícios tanto para a
empresa quanto para a população abastecida
por essa ETA. Destaca-se a qualidade da água
tratada que se manteve em conformidade com a
Portaria 518/2004, a economia obtida pela
substituição do processo de tratamento e o
fato da ETA não parar a operação devido ao
aumento da turbidez da água bruta, situação
que causava grandes transtornos a população. |
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I-05 -
TRATAMENTO DE ÁGUA DE POÇO SEMI-ARTESIANO
COM ALTA CONCENTRAÇÃO DE FERRO ATRAVÉS DE
PROCESSO DE TRATAMENTO EM TRÊS ESTÁGIOS COM
APLICAÇÃO DE ORTOPOLIFOSFATOS E CLORETO DE
POLIALUMÍNIO. |
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Nadja Lima
Gorza(1)
Engenheira Química pela Universidade Federal
Rural do Rio de Janeiro. Analista de Sistema
de Saneamento - Divisão de gestão e pesquisa
e coordenadora do comitê permanente de
cooperação técnico científica da CESAN - ES.
Deoclécio Zanotti
Engenheiro Civil - Universidade Federal do
Espírito Santo - UFES - Especialização:
Sistemas de Energia Elétrica - UFES Analista
de Sistema de Saneamento, Gerente de
operação dos sistemas do interior.
Valcir Moreschi
Técnico de Sistema de Saneamento - Técnico
de Operação da Produção- I-DCN
Alberto José de Moraes
Eletrotécnico.Técnico de apoio
operacional.Supervisor de Manutenção
Eletromecânica. I-DCN.
Jorge dos Santos Viegas
Técnico em Saneamento -Operador de ETA –
I-PCB
Endereço(1): Rua Nelson Sampaio 204, Glória
-ES - CEP: 29122-340 - Brasil - Tel: (27)
33224072 - e-mail: nadja.gorza@cesan.com.br |
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RESUMO
O presente trabalho tem por objetivo
pesquisar a viabilidade técnica de um
processo adotado para a remoção de ferro da
água e sua adequação aos padrões
estabelecidos na Portaria do Ministério da
Saúde Nº 518/05, na Estação de Tratamento de
Água (ETA) da Companhia Espírito Santense de
Saneamento - CESAN, localizada no balneário
de Itaúnas - ES,
A ETA de Itaunas foi objeto dessa pesquisa
em função dos problemas enfrentados para o
abastecimento da população flutuante em
períodos de alta temporada, problemas esses
que decorrem principalmente da limitação na
disponibilidade de água captada para
tratamento na ETA, frente ao aumento do
consumo de água, em períodos específicos do
ano quando a população do balneário passa de
cerca de 3.000 para aproximadamente 40.000
habitantes.
A eficiência do sistema criado foi avaliada
a partir dos seguintes parâmetros
concernentes à água tratada: remoção da cor,
da turbidez e do ferro e inativação
bacteriológica e atendimento a demanda de
água.
O processo implementado apresentou
resultados bastante satisfatórios, tornando
possível o abastecimento livre de
intermitência nos períodos de alta temporada
com água distribuída dentro dos padrões de
potabilidade exigidos na legislação vigente. |
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Tema II - Esgotamento
Sanitario e Industrial Tratamento e Reuso de
Efluentes |
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II-02 -
MOVIMENTAÇÃO DE SÓDIO E POTÁSSIO EM SOLO
TRATADO COM ÁGUA DE RESIDUÁRIA URBANA |
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Felizardo
Adenilson Rocha(1)
Engenheiro Agrícola. Doutor em Recursos
Hídricos e Ambientais (UFV, Viçosa-MG).
Professor Adjunto da Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia (UESB).
Tiago Azevedo Araújo (2)
Graduando em Engenharia Ambiental.
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
Taciano Oliveira da Silva(3)
Engenheiro Civil. Doutorando em Engenharia
Civil (UFV, Viçosa-MG). Professor Assistente
do Departamento de Estudos Básicos e
Instrumentais (DEBI) da Universidade
Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
Joseane Oliveira da Silva(4)
Agrônoma. Mestre em Solos e Nutrição de
Plantas (UFV, Viçosa-MG). Doutoranda em
Produção vegetal (CCTA/UENF). Campos dos
Goytacazes - RJ.
Janaína Mauri(5)
Bacharel em Ciências Biológicas pela Escola
Superior São Francisco de Assis – ESFA.
Endereço (1): Praça da Bandeira nº. 66, Apto
104. Centro. CEP: 45700-000. Itapetinga-BA.
Brasil. Tel.: (77) 3261 4665. E-mail:
felizardoar@yahoo.com.br |
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RESUMO
O entendimento do transporte dos solutos no
solo, é de grande relevância no estudo de
contaminação de águas subterrâneas e na
definição de um manejo adequado da
fertirrigação. A mobilidade dos íons no solo
pode ser avaliada por meio da teoria de
deslocamento de fluidos miscíveis aliado a
programas computacionais. Neste trabalho,
determinaram-se os fatores de retardamento,
coeficientes dispersivo-difusivo dos íons
sódio e potássio na água residuária do
esgoto doméstico, em colunas de solo
saturado, utilizando um programa
computacional. |
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II-04- CULTIVO
HIDROPONICO DA ALFACE COM BASE NA UTILIZAÇÃO
DE AGUAS AMARELAS COMO ALTERNATIVA DE
FERTILIZANTE NATURAL |
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Érika Carolina
dos Santos Vieira Rios (1)
Engenheira Agrônoma pela Universidade
Federal de Viçosa. – UFV(2003)
Aluna de Mestrado do Programa de Pós
Graduação em Engenharia Ambiental da UFES.
Lucas Tiago Rodrigues de Freitas (2)
Graduando em Tecnologia em Saneamento
Ambiental pelo Centro Federal de Educação
Tecnológica do Espírito Santo.
Priscilla Garozi Zancheta (3)
Farmacêutica e Bioquímica pela Faculdade
Brasileira Unidade de Vitória – UNIVIX
(2004)
Pós Graduada em Farmacologia pela
Universidade Federal de Lavras – UFLA (2005)
Aluna de Mestrado em Engenharia Ambiental
pela Universidade Federal do Espírito Santo.
Aureliano Nogueira da Costa (4)
Engenheiro Agrônomo UFV (1981), Mestrado em
Fitotecnia pela Universidade Federal de
Viçosa-UFV (1984), Doutor em solos e
nutrição de planta pela Universidade Federal
de Viçosa-UFV (1993), Pesquisador Instituto
Capixaba de Pesquisa – INCAPER, Coordenador
Estadual de Fruticultura, Professor do
Programa de Pós-gradução em Biologia Vegetal
– UFES e Professor das Faculdades Integradas
Espírito-santense - FAESA.
Ricardo Franci Gonçalves(5)
Engenheiro Civil e Sanitarista - UERJ
(1984), pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA Ciências do
Meio Ambiente - Universidade Paris XII,
ENGREF, ENPC, Paris (1990), Doutor em
Engenharia do Tratamento e Depuração de
Águas - INSA de Toulouse, França (1993),
Prof. Adjunto do DEA e do Programa de Pós
Graduação em Engenharia Ambiental – UFES.
Endereço(1): Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA – Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165
e-mail: erikacvrios@terra.com.br,erikacvrios@gmail.com |
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RESUMO
A utilização das águas amarelas é um dos
fatores que influenciam no planejamento e
gestão sustentável dos recursos hídricos,
pela sua importância como fonte de
nutrientes, além da sua forma de
disponibilidade que permite a sua aplicação
sob a forma de irrigação que é uma das
atividades que consome a maior parcela de
água no mundo, estimando-se 80% e no Brasil,
este índice chega à 60% do consumo total.
Diante da necessidade e visão sustentável do
meio ambiente o presente trabalho tem o
objetivo de avaliar a utilização de águas
amarelas como fertilizante natural. O
experimento foi conduzido no parque
experimental da Universidade Federal do
Espírito Santo (UFES) no período de setembro
de 2006 a agosto de 2007 em casa de
vegetação com o uso da técnica em fluxo
laminar (NFT),sistema hidropônico com o
cultivo de alface (Lactuca sativa) em
sistema fechado completo (NFT), com cinco
subsistemas independentes (bancadas), com
quatro canaletas de cultivo cada e 23
plantas por canal. A alimentação dos canais
de cultivo foi efetuada com solução
nutritiva convencional e com as diferentes
concentrações de águas amarelas, mantendo
uma vazão de 1,5 litros de solução por
minuto. Os tratamentos utilizados foram:
Solução Nutritiva (SN) convencional (T1), 5%
de Águas Amarelas (T2), 10% de Águas
Amarelas (T3), 15% de Águas Amarelas (T4) e
20% de Águas Amarelas. Os resultados
mostraram que o cultivo realizado com os
tratamentos 2 ( 5% AA) e 3 (10%AA), foram os
mais promissores, proporcionando uma
produção de matéria úmida expressiva quando
comparadas com a produção de matéria úmida
em solução nutritiva convencional (T1-SN). |
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II-05 - UMA
NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS “VERDES” COM REÚSO
DE ÁGUAS CINZA EM VITÓRIA (ES) |
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Ricardo Franci
Gonçalves1
Engenheiro Civil e Sanitarista – UERJ
(1984), Pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA - Ciências do
Meio Ambiente - Univ. Paris XII, ENGREF,
ENPC, Paris (1990), Doutor em Engenharia do
Tratamento e Depuração de Água – INSA de
Toulouse, França (1993), Prof. Adjunto do
DEA e do PMEA – UFES
Giovana Martinelli da Silva
Engenheira Civil formada pela Universidade
Federal do Espírito Santo (UFES). Mestre em
Engenharia Ambiental pela UFES em 2005.
Engenheira da Fluir Engenharia Ambiental.
Renate Wanke
Engenheira Civil formada pela Universidade
Federal de Ouro Preto (UFOP). Especializada
em Engenharia do Meio Ambiente na
Universidade Federal do Espírito Santo em
2001. Mestre em Engenharia Ambiental pela
UFES em 2005. Engenheira da Fluir Engenharia
Ambiental.
Endereço1: DEA – Departamento de Engenharia
Ambiental – CT/ UFES, Av. Fernando Ferrari,
Agência FCAA, Goiabeiras - Vitória (ES) -
CEP.: 29060-970 - Brasil Tel: (27) 3335.2857
/ 2860 / 2165 - e-mail: franci@npd.ufes.br |
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RESUMO
Uma nova geração de edifícios surge nos
mercados dos países industrializados.
Trata-se dos “green buildings” ou dos
“edifícios verdes”, cujas características
ecologicamente corretas chamam cada vez mais
a atenção das pessoas que se preocupam com o
aquecimento global. Hoje existem cerca de
700 “edifícios verdes” reconhecidos pela
única certificação aceita
internacionalmente, a LEED (sigla em inglês
de “Liderança em Energia e Design
Ambiental”) em países como Estados Unidos,
Inglaterra e Índia. A implantação deste tipo
de edificação se propaga em várias regiões
do planeta, sendo que mais de 2000 unidades
encontram-se em fase de construção nos EUA.
No Brasil, apenas o edifício de uma agência
do banco ABN Amro Real segue as
recomendações LEED, inaugurada em janeiro de
2007 na Grande São Paulo. A conservação de
água na nova geração de edifícios “verdes”
compreende o uso racional da água, que
pressupõe o uso eficiente, e o uso de fontes
alternativas de água. Nesse contexto, as
fontes alternativas de água e o reúso de
água na escala das residências são opções
que despertam o maior interesse,
considerando-se a importância deste
componente de consumo em áreas densamente
urbanizadas. Baseadas nesses conceitos,
novas edificações começam a ser implantadas
em 2006 no Município de Vitória, aparelhadas
com sistemas hidro-sanitários capazes de
realizar o reúso de águas cinza. A principal
etapa componente do sistema de reúso é a
estação de tratamento de águas cinza (ETAC),
que nos casos citados é constituída por uma
tecnologia cujo desenvolvimento foi iniciado
no Espírito Santo. Um novo conceito de
edificações torna-se realidade. Os primeiros
edifícios “verdes” com sistema de reúso de
águas cinza nos Estados do ES e RJ. As
principais vantagens deste sistema são:
menor emissão de poluentes, redução de 30%
do consumo de água potável e importância
ambiental do uso racional de água do
planeta. |
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II- 07 –
EFEITO DA ESTOCAGEM NA COMPOSIÇÃO
FÍSICO-QUÍMICA E BIOLÓGICA DA URINA HUMANA
EM DIFERENTES TIPOS DE RESERVATÓRIOS VISANDO
O SEU APROVEITAMENTO NA AGRICULTURA |
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Priscilla
Garozi Zancheta(1)
Farmacêutica e Bioquímica pela Faculdade
Brasileira UNIVIX (2004), especialista em
Farmacologia UFLA (2005). Mestre em
Engenharia Ambiental pela UFES (2007).
Caio Cardinali Rebouças
Graduando em Química pela Universidade
Federal do Espírito Santo - UFES.
Pesquisador de Iniciação Cientifica bolsista
(IC-FCO) do LABSAN-DEA-CT-UFES do Programa
de Engenharia Ambiental da UFES.
Érika Carolina dos Santos Vieira Rios
Engenheira Agrônoma pela Universidade
Federal de Viçosa - UFV (2003). Aluna de
Mestrado do Programa de Pós Graduação em
Engenharia Ambiental da UFES.
Ricardo Franci Gonçalves
Engenheiro Civil e Sanitarista - UERJ
(1984), pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA Ciências do
Meio Ambiente - Universidade Paris XII,
ENGREF, ENPC, Paris (1990), Doutor em
Engenharia do Tratamento e Depuração de
Águas - INSA de Toulouse, França (1993),
Prof. Adjunto do DEA e do Programa de Pós
Graduação em Engenharia Ambiental – UFES.
(1) Endereço: Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA – Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165
e-mail: priscillagz@gmail.com
Endereço(1): Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA - Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165
e-mail: priscillagz@gmail.com |
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RESUMO
Uma etapa critica em relação ao
desenvolvimento ecológico sustentável é o
reciclo de nutrientes contidos na excreta
humana, que possibilita, através do seu
gerenciamento e tratamento, a utilização
desses nutrientes na agricultura, diminuindo
assim a utilização de fertilizantes
artificiais, contendo metais pesados e
outros resíduos perigosos. A maior parte dos
nutrientes que são essenciais na agricultura
(N, P, K) são encontrados na urina humana e,
na maioria dos casos, sua quantidade total
de nutrientes é mais apropriada do que as
encontradas nos fertilizantes artificiais.
Este trabalho teve por objetivo caracterizar
a urina humana no aspecto quali-quantitativo.
A urina caracterizada foi coletada do grupo
de pesquisa do LABSAN, sendo toda a urina
(de homens e mulheres), misturadas e
homogeneizadas, e após dividida em
reservatórios. A estocagem foi feita
utilizando reservatórios de 20 litros e
escuros, onde a urina foi dividida em três
reservatórios, sendo um aerado, um aberto e
outro fechado.Os resultados mostram que a
produção per capita média de urina fica em
torno de 1,35L/dia, e que esta apresenta
altos teores de nitrogênio e fósforo.
Conclui-se que a urina humana tem potencial
para ser utilizada como fertilizante
agrícola natural devido as grandes
quantidades de nutrientes. Essa experiência
também mostrou que a estocagem em
reservatórios fechados é a melhor opção para
reúso agrícola e pode ser uma das formas
mais viáveis de higienização da urina. |
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II- 08
–CARACTERIZAÇÃO QUALI-QUANTITATIVA DA URINA
HUMANA DE DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS
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VISANDO O SEU
APROVEITAMENTO COMO FERTILIZANTE AGRÍCOLA
NATURAL
Priscilla Garozi Zancheta(1)
Farmacêutica e Bioquímica pela Faculdade
Brasileira UNIVIX (2004), especialista em
Farmacologia UFLA (2005). Mestre em
Engenharia Ambiental pela UFES (2007).
Caio Cardinali Rebouças
Graduando em Química pela Universidade
Federal do Espírito Santo - UFES.
Pesquisador de Iniciação Cientifica bolsista
(IC-FCO) do LABSAN-DEA-CT-UFES do Programa
de Engenharia Ambiental da UFES.
Érika Carolina dos Santos Vieira Rios
Engenheira Agrônoma pela Universidade
Federal de Viçosa - UFV (2003). Aluna de
Mestrado do Programa de Pós Graduação em
Engenharia Ambiental da UFES.
Ricardo Franci Gonçalves
Engenheiro Civil e Sanitarista - UERJ
(1984), pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA Ciências do
Meio Ambiente - Universidade Paris XII,
ENGREF, ENPC, Paris (1990), Doutor em
Engenharia do Tratamento e Depuração de
Águas - INSA de Toulouse, França (1993),
Prof. Adjunto do DEA e do Programa de Pós
Graduação em Engenharia Ambiental – UFES.
(1) Endereço: Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA – Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165
e-mail: priscillagz@gmail.com
Endereço(1): Departamento de Engenharia
Ambiental – Universidade Federal do Espírito
Santo – Agência FCAA - Vitória – ES – CEP:
29060-970 – Brasil – Tel: +55-(027)
3335-2069 - Fax: +55- (027) 3335-2165
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RESUMO
O reciclo de nutrientes entre as áreas
urbanas e as áreas cultiváveis é uma etapa
crítica em direção ao desenvolvimento
ecológico sustentável. A maior parte dos
nutrientes que são essenciais na agricultura
(N, P, K) é encontrada na urina humana e, na
maioria dos casos, sua quantidade total é
mais apropriada do que as encontradas nos
fertilizantes artificiais. O presente
trabalho teve por objetivo caracterizar a
urina humana de homens, mulheres, crianças e
idoso no aspecto quali-quantitativo. A urina
caracterizada foi coletada por um período de
24horas, a fim de se quantificar a produção
per capita de urina por dia, em seguida, a
urina foi estocada em reservatório fechado a
fim de caracterizá-la qualitativamente, além
de se observar o processo de estabilização
físico-química e biológica. Os resultados
mostram que a produção per capita média de
urina fica em torno de 1,23L/dia, já os
resultados qualitativos mostram que a urina
tem grande contribuição na carga de
nutrientes no esgoto doméstico,
correspondendo a aproximadamente 90% da
carga de nitrogênio e 40% da carga de
fósforo. Entretanto, as cargas de DBO5 e DQO
não são tão significativas contribuindo
apenas com 10% cada. Esses dados indicam que
a segregação e coleta de urina na fonte se
constituem em alternativas interessantes às
complexas estações de tratamento de esgoto
com remoção de nutrientes N e P. |
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II-12 -
DESPOLUIÇÃO DIRETA DA ÁGUA DE RIOS ATRAVÉS
DE BIOFILTRAÇÃO AERADA EM LEITOS SUBMERSOS |
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Ricardo Franci
Gonçalves1
Engenheiro Civil e Sanitarista – UERJ
(1984), Pós-graduado em Enga de Saúde
Pública - ENSP/RJ (1985), DEA - Ciências do
Meio Ambiente - Univ. Paris XII, ENGREF,
ENPC, Paris (1990), Doutor em Engenharia do
Tratamento e Depuração de Água – INSA de
Toulouse, França (1993), Prof. Adjunto do
DEA e do PMEA – UFES
Giovana Martinelli da Silva
Engenheira Civil formada pela Universidade
Federal do Espírito Santo (UFES). Mestre em
Engenharia Ambiental pela UFES em 2005.
Engenheira da Fluir Engenharia Ambiental.
Renate Wanke
Engenheira Civil formada pela Universidade
Federal de Ouro Preto (UFOP). Especializada
em Engenharia do Meio Ambiente na
Universidade Federal do Espírito Santo em
2001. Mestre em Engenharia Ambiental pela
UFES em 2005. Engenheira da Fluir Engenharia
Ambiental.
Marcio Salles
Engenheiro Civil e Diretor da Águas do
Imperador S/A
Andre Lermontov
Engenheiro Químico e M.Sc. Coordenador de
Operações de Esgotos da Águas do Imperador
S/A
Endereço1: DEA – Departamento de Engenharia
Ambiental – CT/ UFES, Av. Fernando Ferrari,
Agência FCAA, Goiabeiras - Vitória (ES) -
CEP.: 29060-970 - Brasil Tel: (27) 3335.2857
/ 2860 / 2165 - e-mail: franci@npd.ufes.br |
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RESUMO
A cidade de Petrópolis/RJ se desenvolveu
margeando os rios Piabinha e Quitandinha,
principais responsáveis pela macro-drenagem
da cidade. Com o objetivo de melhorar as
características das águas do Rio
Quitandinha, a empresa Águas do Imperador
S/A propôs a construção de uma Estação de
Condicionamento das Águas de Rio (ECAR).
Trata-se de um tipo de implantação inédita
no Brasil, de constituição e finalidade
diferente de uma ETE ou de uma ETA, pois
visa despoluir diretamente a água do rio e
não as águas residuárias a ele afluente. A
estação tem como etapa principal de
tratamento filtros biológicos aerados
submersos, dimensionados para produzir água
tratada com características: DBO5 < 10 mg
O2/L; Oxigênio dissolvido > 4,0 mg/L; SS <
10 mg / L; Turbidez < 10; UT e pH entre 6,0
e 8,0. Embora as características das águas
tratadas no ponto de lançamento não sejam
compatíveis com as características de um rio
Classe 2, segundo a Resolução no 357/2005 –
CONAMA, a eficiência de tratamento superior
a 85% na remoção de DBO5 nas condições mais
críticas do ano acelerará o processo de
auto-depuração do Rio Quitandinha e
interromperá a depleção de OD nas suas
águas. A intervenção obedece a um
planejamento estratégico que prevê, em um
primeiro momento, a coleta e o tratamento do
esgoto sanitário juntamente com a água do
Rio. Essa medida decorre da inexistência de
rede coletora completa em grande parte da
área urbana compreendida pela bacia
hidrográfica do Rio Quitandinha. Baseado na
tecnologia da biofiltração, a nova
tecnologia de tratamento permite a
construção de Estações de Condicionamento de
Água de Rios (ECAR), atingindo eficiências
elevadas de remoção de matéria orgânica,
sólidos suspensos e turbidez e aliviando a
poluição nos trechos urbanos dos rios.
Trata-se de um desenvolvimento tecnológico
inédito no país, que permite a despoluição
de rios em pequenas áreas situadas às suas
margens, em estações de custo reduzido. |
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